Não dá para ignorar a presença dos tablets, smartphones, videogames etc, porém é essencial ter muita atenção e responsabilidade com o tempo de exposição já que é nesse período que o cérebro das crianças mais se desenvolve e as estimulações devem ser bem conduzidas.
Essa é uma questão de saúde pública já que as crianças estão cada vez mais expostas às telas. Estamos em um momento crucial para o desenvolvimento de habilidades que serão importantes por toda a vida.
Segundo especialista, esses incentivos tão importantes, que podem ser palavras, toques, brinquedos, músicas ou livros, servem para ajudar a construção dessas pontes cerebrais, que conectam novas áreas na mente em amadurecimento, como a formação da personalidade e o a aperfeiçoamento da linguagem.
Para garantir que os dispositivos não isolem as crianças do mundo real, é imprescindível que nos primeiros anos de vida os pais tentem que os momentos em frente às telas sejam curtos e com conteúdo construtivo e educativo.
A luz emitida pelo visor reduz a produção de melatonina, hormônio indutor do sono que sem ele se torna mais difícil adormecer e há maior risco de despertares na madrugada.
Já os jogos de competição e acumulo de pontuação, por exemplo, libera no cérebro muita dopamina, substância ligada ao prazer. O grande problema nisso é que o processo não ocorre de forma tão intensa em outras ocasiões, como na escola, daí a criança pode achar os estudos entediantes.
Fonte: Guia do Bebê
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